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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Uma nova turma Pibid (2020 - 2022) para novas experiências e emoções

 E após vários meses de incertezas e de espera, as aulas foram retomadas em modo remoto na UFT, o que nos possibilitou iniciar nosso projeto do Pibid. Depois de muitos documentos e cadastros tivemos nossa primeira reunião em videoconferência pela plataforma Google Meet. 

Queríamos estar juntos para compartilhar experiências de vida e de ensino iniciais, assim como para os primeiros abraços enquanto grupo ou comunidade de ensino-aprendizagem. Entretanto, foi muito bom poder ouvir e ver todos que puderam participar. Agradeço muito por sua resistência, pois muitos desistiram em outros núcleos.

Parabéns e sigamos juntos.

De agora em diante, vocês descreverão cada encontro. 

Adriana Capuchinho.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

QUINTO CICLO DE OFICINAS BLOG NOTÍCIA - CEM PROFESSOR FLORÊNCIO AIRES

Em outubro e novembro de 2019 aconteceu o último ciclo de oficinas literárias na escola CEM Professor Florêncio Aires, ministradas pelos docentes pibidianos Rafael Gomes, Rafael Lisboa, Nilsa Neiva, Gisele Bento e Marta Marques. No quinto ciclo, trabalhamos o gênero textual Notícia no ambiente virtual Blog. No primeiro momento levamos uma proposta bem interessante para os discentes socializarem, relacionada às notícias que estavam sendo destaque em todo o Brasil sobre as queimadas que estavam acontecendo na Amazônia. 
Para trabalhar com os discentes, levamos exemplos do gênero notícia veiculadas por meios de jornais, redes sociais, revistas e socializamos com os alunos para elaboração de um texto coletivo no quadro com a participação de todos presentes na sala, onde cada discente tinha a oportunidade de se expressar para gerar uma notícia. A proposta se tornou estimulante para os alunos compreenderem bem mais sobre o gênero. O objetivo foi levar para os alunos as características, forma, público alvo, objetivo e no final iniciarem as suas produções. 
Para a produção dos alunos o tema foi livre para que se sentissem mais confortáveis para produzirem e praticar a criatividade de cada um. As produções iniciais foram bem criativas e foram cada vez mais lapidadas a cada oficina ministrada pelos docentes. Além de trabalharmos a escrita, buscamos a socialização de todos ao terminar sua produção estimulando a discussão e a prática da leitura conjunta no ambiente escolar.
E para concretizar todo esse ciclo de oficinas, trabalhamos com a veiculação em ambiente digital. Todas as produções foram postadas no blog criado para tal, para que os alunos tivessem a compreensão de como construir um blog e fazer uma postagem para que sua produção fique exibida para todos terem o privilégio de conhecer e mostrar aos alunos que podem ser produtores de conteúdos. Uma oficina enriquecedora para todos e foi marcada por ser a última trabalhada na escola, concretizando o encerramento deste PIBID. Os alunos agradeceram por tudo que fizemos por eles e todos os docentes em formação retribuíram com uma confraternização com todos que participaram das aulas, gerando um ambiente bem agradável e prazeroso para todos.

    

domingo, 5 de maio de 2019

Relatório - PIBID Cem Florêncio Aires

Por Marta Marques
Realizamos no dia 27/03 a oficina relacionada ao gênero textual memórias literárias. Trabalhamos durante o mês de março, com uma aula de aproximadamente duas horas todas as quartas feiras, totalizando quatro semana e quatro dias de oficina. Para essa essa oficina acontecer, buscamos planejar situações que tornaria a aula mais interessante para as alunas. Essa era a nossa intenção, mas o grupo, composto por integrantes do PIBID, não se entregou totalmente, além da falta de planejamento para passarmos o conteúdo proposto por nós. E isso originou um receio no final da oficina, pois não ficamos satisfeitos com o nosso desempenho. Mas com a competência de cada integrante do grupo, passamos o tema proposto, mas poderíamos ter explorado mais o tema, obtendo um resultado mais positivo para nós e alunos. Conversamos sobre nossas falhas, e observamos que alguns dos nossos erros foi não levarmos materiais para trabalhar com as alunas, e esses materiais seria importante, pois se essa didática estivesse presente, a aula se tornaria mais eficaz, e aprenderiam o conteúdo com facilidade. Mas diante de toda essa falta de planejamento, nosso grupo conseguiu um ponto positivo, pois como não levamos muitos recursos para trabalhar, investimos na socialização em grupo, algo que todos gostaram e bem sociável, pois todos tinham o direito de exprimir sua opinião sobre o assunto, e se tornou aulas bem interessantes. 
Às 14:00 hr do dia 27/03 os pibidianos se encontravam todos reunidos para dar início ao planejamento, começamos nos apresentando e logo mais dividimos os alunos referente ao seus respectivos temas a ser estudado, os alunos presentes eram 14 então dividimos 7 para cada grupo sendo crônica e memória. já com cada grupo organizados em sala os pibidianos responsáveis pelo gênero memória deu início a apresentação do gênero, primeiramente procuramos saber se elas tinham algum conhecimento, se já tinham ouvido falar, algumas responderam que sim então procuramos aprofundar mais de forma que um dos pibidianos pediu para que elas fizessem um desenho retratando seu carnaval essa foi uma boa maneira delas voltarem no passado recente e assim entrarmos diretamente no tema e suas marcas presentes, desenvolveram como foi pedido. Uma das alunas apontou que passou o carnaval em casa,outra na fazenda, outras com a família e assim por diante. Aproveitando o momento um dos pibidianos explicou algumas palavras no passado (fui, estive, naquele dia), logo após com uma roda de conversa foi feita algumas perguntas orais: o que marcou sua infância? tipos de brincadeiras?. Dependendo das respostas desenvolveram um texto baseado no gênero lugar onde vivo. 15:40 hr algumas alunas entregaram as produções, os pibidianos presentes pontuaram os textos com esse fato um dos pibidianos se emocionou por ter lido e um dos textos ter lhe tocado tanto por ser uma história de vida sofrida e cheia de perdas. 
Às 15:50 finalizamos as correções dos textos e liberamos os alunos, enquanto isso os pibidianos ficaram reunidos em sala finalizando alguns tópicos. No dia 03/04 foi o nosso segundo encontro com 3 alunas presentes, devolvemos os textos feito no primeiro dia e assim elas observaram e a partir deste texto iniciou um segundo de acordo com a correção feita do primeiro. Ao devolver buscamos lembrá-las o que seria o gênero e quais suas características, algumas das alunas comentava com a amiga sobre uma prova que a preocupava muito, porém isso não foi um empecilho. Assim enquantos elas estavam concentradas um dos pibidianos distribuiu bombons entre elas, estavam bastante atentas. Chegando o momento da socialização nos deparamos com uma adolescente cheia de conflitos, separação dos pais, sintoma de depressão e o mais interessante foi ela sentir tanta confiança para expor esses sentimentos em um texto e se abrir com os pibidianos ali presentes. terceiro dia 10/04 nos dirigimos para parte prática de unir a entrevista com o gênero memória, as alunas colocaram a mão na massa. Durante a socialização com as alunas, Propomos uma atividade fora da sala de aula. Copiamos algumas perguntas no quadro para elas, relacionadas às festas tradicionais do município de Porto nacional , e essas perguntas não seriam para elas responderem e sim buscarem respostas de pessoas aleatórias da escola. Essa atividade além de interessante para ambos, seria uma situações que ficaria marcadas no seu aprendizado, pois poderiam descobrir novas memórias e relembrar os costumes tradicionais da sociedade antiga do município. Passadas algumas horas, todas as alunas conseguiram concluir a atividade e comentaram sobre sua “pesquisa” em torno do ambiente escolar. Entrevistaram funcionários e alunos da escola, com respostas bem criativas, além da socialização que foi importante para elas, pois com a socialização, memórias são recordadas. No último dia de encontro 17/04 foi um momento mais de ouvi-las, as dificuldades, os pontos negativos e positivos. novamente sentamos em círculo e uma das dificuldades encontrada por elas foi os textos produzidos através de memória de outras pessoas diante disso deixaram claro que duas perguntas foram complexas para elas referente a entrevista com outras pessoas. Como as meninas estavam com vergonha de se expressar pedimos para que escrevessem seus apontamentos. Uma das alunas em alta voz comentou um ponto negativo relevante que seria legal ter levado exemplos de memórias de outras pessoas para assim elas ir mais ciente do que devia ter feito. Um fato curioso nessa oficina, foi o acontecimento de estarmos ministrando a aula apenas para alunas do sexo feminino e todas estudavam o oitavo ano do ensino fundamental. Fizemos uma observação em relação ao comportamento das alunas na sala de aula e qual o impacto que iria acontecer com apenas “alunas” na sala de aula. Percebemos que o ambiente fica mais silencioso, sem barulhos, sem conversas paralelas, ficavam apenas fazendo a lição que instruímos a elas, e ficamos interessados nesse assunto, pois como havia apenas alunas, elas interagem mais entre si e ficavam mais à vontade durante a aula. 
O grupo usou como forma de interação uma roda de conversa em que as alunas se apresentaram e contaram suas histórias de vidas, foi algo de grande importância, pois além de ouvir seus relatos levamos as alunas entender a definição do gênero memória, neste caso ao relembrarem fatos que aconteceram nas suas infâncias. Desse modo as alunas entenderam como produziria os textos memórias e qual o modo verbal deveria ser empregado e que tipo de narrador. Neste aspecto, as produções foram bastantes produtivas as alunas concluíram os textos dentro do tempo estabelecido no planejamento do grupo. No entanto mesmo com alguns pontos negativos como por exemplo o fato de que o grupo não explorou o tema, já que poderia ser utilizando textos para exemplificar como é constituído o gênero memórias. Pode-se concluir que conseguimos contribuir para produção de conhecimento da turma sobre o tema trabalhado e aprendemos além de ensinarmos. 
 Pibidianos: Gisele, Nilsa, Marta, Rafael G e Rafael shino. Coordenadora: Gracivânia

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Relato de experiências das oficinas no CEM Florêncio Aires: Genêro Textual Crônicas

No dia 27/03 fomos designados até a escola CEM Florêncio Aires para o inicio das oficinas acerca do gêneros textuais, cada um dos grupos com um gênero em especifico para ser trabalhado com um número "X" de alunos participantes do PIBID. 
Inicialmente foi realizada a explicação do conceito de "Crônica" usando slides e realizando um debate com os estudantes sobre seus conhecimentos prévios em relação ao tema, após as explicações os alunos escolheram por autonomia o grupo representante do gênero que gostariam de participar.

Aqueles que escolheram "crônicas" foram levados a uma sala ao lado para uma melhor abordagem do trabalho a ser realizado, os pibidianos responsáveis leram uma crônica "A bola" de Luís Fernando Veríssimo para servir como aporte teórico e inspiração, questionando em seguida os alunos o que o mesmos entenderam e acharam interessante em relação a historia.

Passo a passo da realização de uma crônica foi explicado e em seguida, solicitado que os mesmos desenvolvessem sua própria de acordo com a criatividade e com as dicas para se manter fiel ao gênero. Os alunos pareciam ansiosos e animados com a ideia de criar seu próprio texto. A oficina foi finalizada com a leitura dos textos em voz alta.


No dia 03/04 houve o retorno para a realização da segunda oficina, realizando uma recapitulação do ocorrido na semana anterior, e criando uma explicação usando outro gênero, como um elemento comparativo para sanar maiores duvidas que apareceram durante a criação do texto.


No dia 10/04 acontece a terceira oficina, iniciando com uma dinâmica de comandos, algo que nos ajudou a conhecer a realidade e vida pessoal de cada um dos alunos, pode-se notar que os mesmos expressam seus desejos,sonhos e medos através de sua própria criatividade, em seguida solicitamos que os estudantes rescrevessem suas cronicas agora que obtiveram um entendimento maior sobre o gênero e instruções de como melhorar o texto. Para finalizar foi realizada uma ultima dinâmica sobre procurar alguém que possui alguma semelhança com o seu eu, ajudando-os a conhecer melhor seu colega de turma, semelhanças e diferenças.

A ultima oficina realizada no dia 17/04 foi uma ultima culminância, reunindo todos os textos escritos, solicitando que novamente os estudantes reescrevessem suas crônicas como um texto final, com o proposito de colar o texto no mural da escola para uma exposição, todos os alunos se sentiram orgulhosos de seus respectivos trabalhos, após a finalização da reescrita, houve um lanche providenciado pelos responsáveis do PIBID e coordenadora para um momento de descontração com todos os estudantes dos dois grupos.


A experiência nas oficinas do PIBID, foi bastante realizador, podemos aprender com a realidade dos alunos participantes, uma troca de experiência, momentos de descontração, quebra de paradigmas e possibilitamos um aproveitamento maior do gênero textual a ser trabalhado de forma que os estudantes se sentissem ouvidos e sua criatividade fosse levada em conta.

PIBIDIANOS Envolvidos: Ada, Gustavo, Matheus, Mylena e Thaís
Coordenadora: Gracivânia

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Visita ao Centro Educacional de Ensino Médio Professor Florêncio Aires



                                                       A estrutura da escola 

 Por: Ada Costa

Considerada uma das escolas mais influentes de Porto Nacional na década de 60, o Centro educacional de ensino médio professor Florêncio Aires recebeu estudantes de estados vizinhos, que trouxeram novas culturas , transformando a cidade em um polo cultural .
 Na entrada do prédio há um estacionamento bem grande, com algumas plantas. Durante as observações percebi que o espaço da escola é bem amplo (caminhar de uma sala pra outra ali dentro é um verdadeiro exercício aeróbico😁) e devido seu tamanho há espaços esquecidos e abandonados, vi que alguns becos possuem matos, o que diminui o aconchego da escola e a deixa estranha. 
Ao longo dos anos a estrutura da escola foi ficando cada vez mais deteriorada, em 2014 o pavilhão onde funcionava a biblioteca, laboratório de ciências, física e química,  foi interditado, pois o telhado começou a desmoronar, desde então estão funcionando em salas improvisadas sem as devidas acomodações. Manifestos para a reforma da escola já foram feitos por alunos e professores, desde então o governo ainda não tem tomado nenhuma providência em relação as reformas.
   A escola nos dias atuais conta com 12 salas de aulas ( algumas possuem ar-condicionado), uma sala para orientação educacional, a sala do financeiro, uma sala para biblioteca, uma sala de xerox, uma sala de vídeo, sala de recursos, laboratório de informática (quase não utilizado pois possui um sinal de internet muito baixo), sala dos professores ( bem ampla e confortável), cantina, banheiros femininos e masculinos , sala de instrumentos da fanfarra cujo nome é "furiosa" (faz sucesso na cidade), tem também a sala da secretaria onde se encontra o departamento de história e memórias de todos os estudantes que já passaram pela a escola desde de 1946 até os dias atuais. 
A biblioteca funciona em uma sala com pouco espaço para a realizar atividades com os alunos. O laboratório de ciências  funciona para os professores de química, física e biologia com visitas agendadas.
 A quadra de esportes não possui cobertura, o que dificulta a prática de esportes dos alunos durante o período que o sol está forte e o no período chuvoso. A escola conta também com uma horta, pouco trabalhada, e por último, mas não menos importante, a escola possui também um auditório (enorme), onde ocorrem eventos escolares e públicos,junto com o auditório há também uma cantina. 
Diretores, professores, alunos, horários, atividades. Uma escola é feita de vários elementos, a organização desses elementos tem como consequência o sucesso.  Quando jovens a escola é nossa segunda casa, é o lugar onde passamos metade do nosso dia, é onde fazemos amizades, aprendemos a socializar, inventar e consequentemente viver em grupos. Por isso a estrutura da escola é por mim considerada um dos elementos mais importantes para uma boa aprendizagem. A escola citada ai em cima, dispõe de ótimos profissionais e bons e dedicados educandos, a estrutura só precisa mesmo de uma boa e GRANDE Reforma. 😃

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Visita in loco a escola CEM Florêncio Aires

Rafael Lisboa da Silva

Os alunos do curso de letras (Português e Inglês), integrados ao programa institucional de bolsas de iniciação a docência (PIBID), realizaram no ultimo dia 12 de setembro do ano corrente, a primeira visita a unidade de ensino na qual realizaram as atividades relacionadas ao projeto (Por ter-se um grande número de pessoas no projeto, fomos divididos em três escolas que também receberam a primeira visita dos seus respectivos grupos)
Os pibidianos foram recebidos no período da tarde, pela professora (Supervisora do Projeto na escola) Gracivania Gomes de Oliveira, que rapidamente direcionou o grupo às dependências da escola. Ela preferiu começar a visita por uma área aparentemente de pouco uso e abandonada, para depois , o grupo conhecer as outras dependências.




A primeira parada foi no laboratório de química e biologia, que se encontrava fechado. A professora explicou sobre ele, e como o mesmo funcionava. Além de discorrer do motivo da falta de uso do mesmo.




Outras dependências da escola também foram mostradas: sala de teatro, uma área quefica atrás das salas e a horta da escola











Um dos espaços que chamou a atenção dos presentes,  foi a da antiga biblioteca, que se encontrava sem proteção e com alguns livros queimados (Houve um incêndio desencadeado por uma fiação exposta)



Quando a visita chegou a quadra da escola, percebe-se que a mesma não possue proteção( Neste caso, uma cobertura). Pois sendo o tocantins uma área que durante vários meses vive uma estiagem e altas temperaturas durante esses meses, uma quadra descoberta poderia acarretar problemas aos alunos, sejam do período diurno ou vespertino.
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A primeira entrevista na instituição de ensino foi na sala da orientadora pedagógica,Com a orientadora Acânia; que explicou acerca do trabalho da sala e entre outras coisas.





A segunda entrevista foi realizada no setor financeiro ( Chamado de apoio escolar)


Dando seguimento a visita, nos dirigimos ao auditório da escola. Percebemos que o mesmo possui um tamanho considerável e, por meio da professora Graci, fomos informados que o mesmo durante muito tempo foi usado para formaturas da UFT e de outras instituições (Sendo substituído pelo Centro de Convenções Vicente de Paula Oliveira – “Comandante Vicentão”)


  Tivemos a oportunidade de conhecer a sala que guarda os materiais da banda de fanfarra da escola:



Dentre as salas que visitamos, conhecemos a sala do curso técnico de enfermagem. A mesma possui uma boa estrutura e os alunos podem realizar o curso técnico concomitante com o ensino médio. Sem precisar realizar nenhuma prova para isso.





E como toda escola que tende a deixar grandes marcas em seus alunos, a mesma se preocupa em guardar a sua história. Em uma sala separada, mas próxima a direção, se encontra documentos que datam desde a fundação da escola até os dias atuais. 

E entre toda a memória da escola, uma curiosidade:

Como todo passeio leva tempo, descansamos por alguns minutos. Principalmente por se tratar do período da tarde e estar muito quente durante todo o dia.

E no descanso dos mesmos, acabamos por comprar alguns "Cremosinhos" que estavam sendo vendidos para pagar a luz da escola. Deixe me explicar: Toda escola tem um teto de gastos em relação a energia e, por se tratar de um estado quente o uso de ventiladores é quase que ininterrupto. Para amenizar o calor durante a tarde, a escola liga os ar condicionados. Entretanto, o uso do mesmo acaba por aumentar os gastos com a energia. Solução: Vender cremosinhos na escola (R$ 1,00) para ajudar no pagamento da luz e dessa forma amenizar o calor dentro das salas de aula.


Após o intervalo, fomos para a sala de informática da escola, onde pudemos conferir a sua estrutura e a importância da mesma.