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domingo, 7 de fevereiro de 2021

Multiletramentos iniciais: uma experiência em tempos de pandemia no PIBID de Letras-UFT Campus Porto Nacional

Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção" Paulo Freire

O nosso segundo encontro online dos pibidianos de 2021, aconteceu no dia 28 de janeiro, abordando como temática o início dos estudos acerca dos multiletramentos no ensino básico. Também contou com a presença da coordenadora e professora Deize Carneiro Queiroz, do Colégio Professora Carmênia Matos Maia.   
Neste encontro tivemos a oportunidade de conhecer a Professora Deize, docente de biologia, a mesma é coordenadora do Colégio Carmênia Matos, uma das escolas em Porto Nacional contempladas pelo projeto de iniciação à docência (PIBID). A princípio, a professora  apresentou como a escola vem atuando nos tempos de pandemia, assim como as novas metodologias adotadas pelos professores, para cumprir as cargas horárias através do ensino remoto.  Sendo assim, os  professores da unidade estão montando blocos de atividade  que são distribuídos semanalmente aos alunos. Assim, os alunos têm um prazo de uma semana para  a devolutiva das  atividades, as mesmas são impressas e entregues aos alunos, que na semana seguinte retornam à escola para entregá-las e aguardar as correções. As atividades acontecem dessa forma devido a escola ser de periferia e os alunos não terem acesso a internet e nem aparelhos tecnológicos para as aulas remotas. A coordenadora, também, frisou sobre o seu papel na escola, auxiliando os professores e prestando apoio aos alunos. Nessa mesma data, os coordenadores e professores da escola estavam  realizando  um levantamento a pedido da Secretaria  de Educação, para identificar os alunos do grupos de riscos, a fim de analisar uma possível volta às aulas presenciais na rede de educação do Estado.
Já no segundo momento do encontro, foram abordados os diversos tipos de multiletramentos, partindo dos conceitos trabalhados por Roxane Rojo. Em seguida, a Professora Adriana  apresentou  alguns vídeos sobre práticas de letramentos, dentre eles, o: Educação Popular - Cidade dos Homens: A Coroa do Imperador, o qual demonstra as diversidades culturais presentes na escola da periferia e da importância de se estabelecer um diálogo mais próximo com a realidade desses estudantes. Portanto, as formas de aprendizagem e leituras de mundo é a combinação de textos multimodais (escrita, visual, espacial, tátil, gestual, aural).

Jardeane R. Araújo
Lucas G. Santos
Yury B. Burjack

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Visita a escola Profa Alcides Rodrigues Aires

Pibidiana: Clara R. Santos

                 Minhas impressões

Na visita ao colégio profa Alcides a primeira coisa que pude notar foi o muro. Pois, do lado de fora parecia ser um colégio bem antigo e acabado, mas quando entrei, vi o quão lindo ele é por dentro: cheio de lindas árvores e belíssimas flores e uma horta encantadora. Do lado de fora das salas ele é muito bem arejado.
Achei muito pequena a sala dos professores, mas pelo menos tem um ar-condicionado potente. Assim como a Biblioteca, que é uma parte de suma importância e que eu queria dar ênfase. Notei que, mesmo pequena, tem muitos livros (se comparado a minha antiga escola). Entretanto, vi que a maioria são livros didáticos ou literários, para as crianças não há TANTA opção quanto deveria ter, até para eles criarem o hábito e o gosto pela leitura. O que começa com os livrinhos com figuras, até livros maiores. Lá não há quadrinhos, o que seria essencial para o contato com o hábito da leitura da garotada, até dos adolescentes.
Achei a biblioteca muito pequena, apertada e meio desconfortável. Prateleiras pequenas e carteiras muito próximas às prateleiras e também umas das outras. Achei desconfortável entrar lá com meus colegas pibidianos. Mesmo assim, os alunos e professores que estavam lá pareciam estar acostumados com aquele espaço, nem se importavam mais com o desconforto.
Foram muitas as coisas que pude perceber no colégio, mas coisas do cotidiano mesmo, como a falta de merenda escolar, falta de ventilação adequada, professores adequados para lidar com os alunos deficientes, essas coisas. Mas uma última coisa que queria dar ênfase era a respeito de alguns cartazes na entrada da escola constando os índices de reprovação e aprovação por turma. De primeira, vi que uma turma tinha 100% de reprovação, logo imaginei que uma turma inteira, de uns 25 alunos tinha reprovado, e que havia algo de errado ali. Mas aí perguntei ao professor que estava nos acompanhando e ele me falou que naquela turma só havia dois alunos e que um tinha mudado de escola e o outro tinha desistido. Só assim eu pude compreender. Mas se uma pessoa de fora chega lá naqueles cartazes sem saber dessa informação, o que vai pensar dessa escola e da qualidade do ensino nela? Foi algo que achei bem desnecessário, mas são ordens superiores, não cabe à escola intervir.