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| "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção" Paulo Freire |
Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência do curso de Letras. Coordenação: Profa Dra Adriana Capuchinho. Supervisores: Colégio Pedro Ludovico Teixeira: Prof. Roberto Oliveira; Colégio Alfredo Nasser: Profa Ma. Evilmara Casimiro; Colégio Dom Domingos Carrerot: Prof. Fábio Manduca
domingo, 7 de fevereiro de 2021
Multiletramentos iniciais: uma experiência em tempos de pandemia no PIBID de Letras-UFT Campus Porto Nacional
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Visita a escola Profa Alcides Rodrigues Aires
Pibidiana: Clara R. Santos
Minhas impressões
Na visita ao colégio profa Alcides a primeira coisa que pude notar foi o muro. Pois, do lado de fora parecia ser um colégio bem antigo e acabado, mas quando entrei, vi o quão lindo ele é por dentro: cheio de lindas árvores e belíssimas flores e uma horta encantadora. Do lado de fora das salas ele é muito bem arejado.
Achei muito pequena a sala dos professores, mas pelo menos tem um ar-condicionado potente. Assim como a Biblioteca, que é uma parte de suma importância e que eu queria dar ênfase. Notei que, mesmo pequena, tem muitos livros (se comparado a minha antiga escola). Entretanto, vi que a maioria são livros didáticos ou literários, para as crianças não há TANTA opção quanto deveria ter, até para eles criarem o hábito e o gosto pela leitura. O que começa com os livrinhos com figuras, até livros maiores. Lá não há quadrinhos, o que seria essencial para o contato com o hábito da leitura da garotada, até dos adolescentes.
Achei a biblioteca muito pequena, apertada e meio desconfortável. Prateleiras pequenas e carteiras muito próximas às prateleiras e também umas das outras. Achei desconfortável entrar lá com meus colegas pibidianos. Mesmo assim, os alunos e professores que estavam lá pareciam estar acostumados com aquele espaço, nem se importavam mais com o desconforto.
Foram muitas as coisas que pude perceber no colégio, mas coisas do cotidiano mesmo, como a falta de merenda escolar, falta de ventilação adequada, professores adequados para lidar com os alunos deficientes, essas coisas. Mas uma última coisa que queria dar ênfase era a respeito de alguns cartazes na entrada da escola constando os índices de reprovação e aprovação por turma. De primeira, vi que uma turma tinha 100% de reprovação, logo imaginei que uma turma inteira, de uns 25 alunos tinha reprovado, e que havia algo de errado ali. Mas aí perguntei ao professor que estava nos acompanhando e ele me falou que naquela turma só havia dois alunos e que um tinha mudado de escola e o outro tinha desistido. Só assim eu pude compreender. Mas se uma pessoa de fora chega lá naqueles cartazes sem saber dessa informação, o que vai pensar dessa escola e da qualidade do ensino nela? Foi algo que achei bem desnecessário, mas são ordens superiores, não cabe à escola intervir.
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