sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Visita a escola Profa Alcides Rodrigues Aires

Pibidiana: Clara R. Santos

                 Minhas impressões

Na visita ao colégio profa Alcides a primeira coisa que pude notar foi o muro. Pois, do lado de fora parecia ser um colégio bem antigo e acabado, mas quando entrei, vi o quão lindo ele é por dentro: cheio de lindas árvores e belíssimas flores e uma horta encantadora. Do lado de fora das salas ele é muito bem arejado.
Achei muito pequena a sala dos professores, mas pelo menos tem um ar-condicionado potente. Assim como a Biblioteca, que é uma parte de suma importância e que eu queria dar ênfase. Notei que, mesmo pequena, tem muitos livros (se comparado a minha antiga escola). Entretanto, vi que a maioria são livros didáticos ou literários, para as crianças não há TANTA opção quanto deveria ter, até para eles criarem o hábito e o gosto pela leitura. O que começa com os livrinhos com figuras, até livros maiores. Lá não há quadrinhos, o que seria essencial para o contato com o hábito da leitura da garotada, até dos adolescentes.
Achei a biblioteca muito pequena, apertada e meio desconfortável. Prateleiras pequenas e carteiras muito próximas às prateleiras e também umas das outras. Achei desconfortável entrar lá com meus colegas pibidianos. Mesmo assim, os alunos e professores que estavam lá pareciam estar acostumados com aquele espaço, nem se importavam mais com o desconforto.
Foram muitas as coisas que pude perceber no colégio, mas coisas do cotidiano mesmo, como a falta de merenda escolar, falta de ventilação adequada, professores adequados para lidar com os alunos deficientes, essas coisas. Mas uma última coisa que queria dar ênfase era a respeito de alguns cartazes na entrada da escola constando os índices de reprovação e aprovação por turma. De primeira, vi que uma turma tinha 100% de reprovação, logo imaginei que uma turma inteira, de uns 25 alunos tinha reprovado, e que havia algo de errado ali. Mas aí perguntei ao professor que estava nos acompanhando e ele me falou que naquela turma só havia dois alunos e que um tinha mudado de escola e o outro tinha desistido. Só assim eu pude compreender. Mas se uma pessoa de fora chega lá naqueles cartazes sem saber dessa informação, o que vai pensar dessa escola e da qualidade do ensino nela? Foi algo que achei bem desnecessário, mas são ordens superiores, não cabe à escola intervir.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Visita in loco a escola CEM Florêncio Aires

Rafael Lisboa da Silva

Os alunos do curso de letras (Português e Inglês), integrados ao programa institucional de bolsas de iniciação a docência (PIBID), realizaram no ultimo dia 12 de setembro do ano corrente, a primeira visita a unidade de ensino na qual realizaram as atividades relacionadas ao projeto (Por ter-se um grande número de pessoas no projeto, fomos divididos em três escolas que também receberam a primeira visita dos seus respectivos grupos)
Os pibidianos foram recebidos no período da tarde, pela professora (Supervisora do Projeto na escola) Gracivania Gomes de Oliveira, que rapidamente direcionou o grupo às dependências da escola. Ela preferiu começar a visita por uma área aparentemente de pouco uso e abandonada, para depois , o grupo conhecer as outras dependências.




A primeira parada foi no laboratório de química e biologia, que se encontrava fechado. A professora explicou sobre ele, e como o mesmo funcionava. Além de discorrer do motivo da falta de uso do mesmo.




Outras dependências da escola também foram mostradas: sala de teatro, uma área quefica atrás das salas e a horta da escola











Um dos espaços que chamou a atenção dos presentes,  foi a da antiga biblioteca, que se encontrava sem proteção e com alguns livros queimados (Houve um incêndio desencadeado por uma fiação exposta)



Quando a visita chegou a quadra da escola, percebe-se que a mesma não possue proteção( Neste caso, uma cobertura). Pois sendo o tocantins uma área que durante vários meses vive uma estiagem e altas temperaturas durante esses meses, uma quadra descoberta poderia acarretar problemas aos alunos, sejam do período diurno ou vespertino.
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A primeira entrevista na instituição de ensino foi na sala da orientadora pedagógica,Com a orientadora Acânia; que explicou acerca do trabalho da sala e entre outras coisas.





A segunda entrevista foi realizada no setor financeiro ( Chamado de apoio escolar)


Dando seguimento a visita, nos dirigimos ao auditório da escola. Percebemos que o mesmo possui um tamanho considerável e, por meio da professora Graci, fomos informados que o mesmo durante muito tempo foi usado para formaturas da UFT e de outras instituições (Sendo substituído pelo Centro de Convenções Vicente de Paula Oliveira – “Comandante Vicentão”)


  Tivemos a oportunidade de conhecer a sala que guarda os materiais da banda de fanfarra da escola:



Dentre as salas que visitamos, conhecemos a sala do curso técnico de enfermagem. A mesma possui uma boa estrutura e os alunos podem realizar o curso técnico concomitante com o ensino médio. Sem precisar realizar nenhuma prova para isso.





E como toda escola que tende a deixar grandes marcas em seus alunos, a mesma se preocupa em guardar a sua história. Em uma sala separada, mas próxima a direção, se encontra documentos que datam desde a fundação da escola até os dias atuais. 

E entre toda a memória da escola, uma curiosidade:

Como todo passeio leva tempo, descansamos por alguns minutos. Principalmente por se tratar do período da tarde e estar muito quente durante todo o dia.

E no descanso dos mesmos, acabamos por comprar alguns "Cremosinhos" que estavam sendo vendidos para pagar a luz da escola. Deixe me explicar: Toda escola tem um teto de gastos em relação a energia e, por se tratar de um estado quente o uso de ventiladores é quase que ininterrupto. Para amenizar o calor durante a tarde, a escola liga os ar condicionados. Entretanto, o uso do mesmo acaba por aumentar os gastos com a energia. Solução: Vender cremosinhos na escola (R$ 1,00) para ajudar no pagamento da luz e dessa forma amenizar o calor dentro das salas de aula.


Após o intervalo, fomos para a sala de informática da escola, onde pudemos conferir a sua estrutura e a importância da mesma.