quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Oficina sobre o gênero Charge

Oficina sobre o gênero charge


Por: Igor Fernando, Maria Carolina e Rafael Gomes.

Entre todos os temas de oficinas no qual ficou destinado para os alunos do PIBID, o nosso tema se centralizou em apresentar a charge, um gênero textual. Como a escola estava na semana da consciência negra, a base para podermos ministrar nossas aulas foi usando tal assunto, através disso conseguimos saber como os alunos se comportaram diante ao tema. O planejamento em grupo foi algo de extrema importância para começarmos a adquirir um método de estudo, e passar o nosso conteúdo para os alunos. Optamos primeiramente em explicar para os alunos como que funciona a charge, através de quadrinhos, balões de charges e percebemos que os alunos conseguiram absorver bastante o conteúdo. Através da professora Gracivania e sua orientação, conseguir apresentar o conteúdo sem gerar duvidas aos alunos.

Na segunda fase do projeto, tivemos a oportunidade de ministrar duas aulas juntamente com os nossos orientadores. O primeiro dia nos apresentamos para uma classe com dezessete alunos. E no segundo dia apresentamos para apenas 6 alunas.  Após cada grupo apresentar sobre seu gênero textual, os alunos escolheram em qual grupo entrar para poder participar das oficinas.

A maior dificuldade para nós foi em conseguir despertar os interesse dessas alunas, planejamos em pedir pra eles fazerem desenhos de livre escolhe mas se baseando no tema da consciência negra, o que conseguimos absorver com isso foi a falta de interesse e os erros de gramatica, mas optamos por não corrigirem eles na hora e sim em levar o desenho feito por eles e corrigir em casa e no próximo dia que nos encontrarmos , mostrarmos pra eles os ‘’erros’’.

No nosso segundo encontro percebemos que determinados alunos estavam mais animados para o projeto, algo que provocou animação e felicidade para nosso grupo. Foi de uma satisfação tremenda poder ver o trabalho produzido por eles e ainda saber que conseguimos fazer a felicidade deles num breve momento.

Acreditamos que o PIBID está nos caminhando para um caminho sem volta, claramente estamos apaixonados pelo trabalho que estamos fazendo e ficamos lisonjeados de ter conhecido na pele como é ser um professor.

  


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

OFICINA SOBRE O GÊNERO MEME


Por Michele Marques
          No dia 13/11 tivemos aproximadamente uma hora de oficina, o planejamento inicial era de três aulas em cada dia, entretanto, por motivos de força maior; os horários tiveram que ser redefinidos, ficando então das 13h às 14h e na quarta-feira dia 14/11 foi das 14h30min às 17h30min. Essa questão do horário foi importante já para nos preparamos quanto futuros professores, porquanto sabemos que -infelizmente- a educação básica tem seus problemas, sabemos que imprevistos ocorrem e diante de tudo que pode vir a acontecer, temos que ter apresentar flexibilidade e habilidade de lidar com as adversidades, se readequando quando for necessário.
          Todos os pibidianos (os que trabalharam com o gênero música, poema e nós com os memes) da Escola Estadual Professora Alcides Rodrigues Aires, direcionaram-se para o laboratório de informática para que o professor Jonnes pudesse direcionar cada aluno para suas oficinas, feito isso, nós fomos para as respectivas salas. Ficamos com quatro alunos, eram três meninos e uma menina e tinham idades de 14 a 16 anos. Iniciamos nos apresentando, pedindo que eles apresentassem e conversando a respeito do tema, elucidamos a temática com ajuda de slides, mostramos alguns tipos de memes, a diferença entre HQ, charges e tirinhas, vídeos que originaram os memes e a forma que o gênero em questão poderá ser trabalhado em sala de aula. Ao final entregamos alguns memes sem nada escrito para que eles pudessem produzir com suas próprias ideias, de preferência que fosse algo relacionado com alguma disciplina, com conhecimento de mundo e com tudo que envolve o contexto escolar e pedimos que eles deixassem tirar fotos deles para no dia seguinte, juntamente com os memes que já tinham sido entregues no dia, eles produzissem com fotos de cada um deles.
          No dia 14/11 havia mais um aluno, portanto, tínhamos cinco alunos na oficina, o mesmo ficou um pouco perdido, porém fizemos um embasamento teórico, entregamos algumas imagens, tiramos fotos deles, imprimimos e ele adequou-se aos demais (neste ponto, gostaria de frisar a importância do professor Jonnes que habilmente imprimiu as fotos/conteúdo para o melhor desenvolvimento da oficina). Alguns dos alunos ainda não tinham produzido nada, mesmo tendo ficado de um dia para o outro, que foi outra problemática a ser levantada para a nossa atuação futuro, como proceder em situações que os alunos não fazem as atividades, que não produzem o que foi pedido; nesse caso nós dispúnhamos de certo tempo, então eles puderam produzir em sala e com o nosso auxílio. 
          Ao fim, todas as oficinas juntaram-se, apresentamos o que os alunos produziram, mostrando-se contentes por terem participado das oficinas e triste por saber que não participariam das próximas que viriam (já que eles estão no 9º ano e só ocorrerão eventos como esse novamente no próximo ano) confraternizamos e colamos todas as obras em um mural organizado pelo professor Jonnes, localizado no pátio da escola.
         Em suma, ficamos deveras satisfeitos com tudo o que ocorreu, do inicio, meio e fim; tudo foi bastante produtivo, nós alcançamos o objetivo com o gênero, tivemos o primeiro contato direto com a prática da docência, experimentamos o nervosismo, a observância dos olhares fitados em nós, o medo de que não ocorresse da maneira que esperávamos e podemos dizer que foi ainda melhor do que imaginávamos. Os alunos eram participativos, curiosos- superando o fatídico pensamento de que encontraríamos muitos alunos passivos e desinteressados e bastante receptivos. Houve alguns problemas que já foram anotados e as resoluções dos mesmos estão sendo estudadas, com o fito de supera-los na próxima oportunidade. De maneira geral, podemos dizer que a experiência contribuiu para alargar a visão sobre questões como práticas didáticas, flexibilidade, resiliência, sobre os anseios para uma educação melhor, também para nossa melhora na docência tanto na teoria (apropriação de conteúdos e busca por conhecimento das questões que ultrapassam a sala de aula), quanto na maneira de lidar com os outros e que sentimos-nos muito mais preparados para a nossa futura profissão.



Pibidianos: Mayara Menezes, Michele Marques e Romildo Camelo.

domingo, 4 de novembro de 2018

Como educar para cidadania em uma "escola sem partido"?

A LDB garante educação para a cidadania a todos os educandos. Ao se propor uma escola sem partido, pretende-se promover uma educação que não tenha posicionamentos. Um cidadão de fato deverá posicionar-se frente a questões sociais, econômicas e culturais e sem exercitar os questionamentos desde a tenra infância teremos pessoas que aceitam tudo o que lhes é determinado. Evidentemente, trabalhar com crianças que estão todo o tempo questionando informações e metodologias, bem como construindo e reconstruindo conceitos será muito trabalhoso e demanda do docente constante formação geral, uma vez que o conhecimento se desfragmenta e se reorganiza sempre no viés transdisciplinar. Entretanto, um país que se move para o desenvolvimento social e econômico conta com cidadãos capazes de recriar o conhecimento e as relações constantemente. Não é tarefa simples e merece docentes que sejam capazes de mediar essas relações. Para tanto, esses profissionais merecem formação constante, tempo reduzido em sala de aula e pagamento elevado por sua contínua busca de conhecimento transdisciplinar e metodologias sempre próximas ao mundo em transformação cada vez mais rápida. O presente se torna passado mais depressa a cada dia.

Recomendo a postagem de Magda Soares Escola sem Partido? no blog da UFMG.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Visita ao Centro Educacional de Ensino Médio Professor Florêncio Aires



                                                       A estrutura da escola 

 Por: Ada Costa

Considerada uma das escolas mais influentes de Porto Nacional na década de 60, o Centro educacional de ensino médio professor Florêncio Aires recebeu estudantes de estados vizinhos, que trouxeram novas culturas , transformando a cidade em um polo cultural .
 Na entrada do prédio há um estacionamento bem grande, com algumas plantas. Durante as observações percebi que o espaço da escola é bem amplo (caminhar de uma sala pra outra ali dentro é um verdadeiro exercício aeróbico😁) e devido seu tamanho há espaços esquecidos e abandonados, vi que alguns becos possuem matos, o que diminui o aconchego da escola e a deixa estranha. 
Ao longo dos anos a estrutura da escola foi ficando cada vez mais deteriorada, em 2014 o pavilhão onde funcionava a biblioteca, laboratório de ciências, física e química,  foi interditado, pois o telhado começou a desmoronar, desde então estão funcionando em salas improvisadas sem as devidas acomodações. Manifestos para a reforma da escola já foram feitos por alunos e professores, desde então o governo ainda não tem tomado nenhuma providência em relação as reformas.
   A escola nos dias atuais conta com 12 salas de aulas ( algumas possuem ar-condicionado), uma sala para orientação educacional, a sala do financeiro, uma sala para biblioteca, uma sala de xerox, uma sala de vídeo, sala de recursos, laboratório de informática (quase não utilizado pois possui um sinal de internet muito baixo), sala dos professores ( bem ampla e confortável), cantina, banheiros femininos e masculinos , sala de instrumentos da fanfarra cujo nome é "furiosa" (faz sucesso na cidade), tem também a sala da secretaria onde se encontra o departamento de história e memórias de todos os estudantes que já passaram pela a escola desde de 1946 até os dias atuais. 
A biblioteca funciona em uma sala com pouco espaço para a realizar atividades com os alunos. O laboratório de ciências  funciona para os professores de química, física e biologia com visitas agendadas.
 A quadra de esportes não possui cobertura, o que dificulta a prática de esportes dos alunos durante o período que o sol está forte e o no período chuvoso. A escola conta também com uma horta, pouco trabalhada, e por último, mas não menos importante, a escola possui também um auditório (enorme), onde ocorrem eventos escolares e públicos,junto com o auditório há também uma cantina. 
Diretores, professores, alunos, horários, atividades. Uma escola é feita de vários elementos, a organização desses elementos tem como consequência o sucesso.  Quando jovens a escola é nossa segunda casa, é o lugar onde passamos metade do nosso dia, é onde fazemos amizades, aprendemos a socializar, inventar e consequentemente viver em grupos. Por isso a estrutura da escola é por mim considerada um dos elementos mais importantes para uma boa aprendizagem. A escola citada ai em cima, dispõe de ótimos profissionais e bons e dedicados educandos, a estrutura só precisa mesmo de uma boa e GRANDE Reforma. 😃

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Visita a escola Cem Florêncio Aires



Pibidiano: Rafael Gomes

                                      Minhas impressões ao Laboratório de informática

        Na visita a escola Cem Florêncio Aires, tive a oportunidade de conhecer o laboratório de informática: Ao entrar na sala onde se encontra os computadores, um dos aspectos que me chamaram a atenção foi como o ambiente é bem agradável, com janelas na parte de cima da sala e  se tornando assim bem arejada para os alunos. As aulas são ministrada á vinte e um anos pela docente pós graduada na área de informática: Claudia Andrade, que explicou sobre os tipos de programas e sistemas que a escola usa nos computadores. 
        O sistema operacional que é usado na escola é o Linux, bastante conhecido na área da informática, mas pouco executado no mercado de trabalho, pois quando o aluno vai para o mercado de trabalho, irá encontrar o Windows que é fácil de ser executado e com ferramentas que sempre serão usados como o Word e Power Point. Já a internet destinada aos alunos é de apenas um 1G (Giga) , e os computadores que a escola oferece para os alunos já estão sendo usados há mais de dez anos, sendo alguns de 2004, 2006 e 2008. Com uma internet pouco amigável, alguns alunos decidem estudar pelo próprio celular para não perderem muito tempo. Desse modo observei que a escola busca a todo tempo o melhor para o aluno, pode ser com muito ou poucos recursos , e levar o que a docente Cláudia nos passou, que o “aluno vai ser  sempre a nossa fonte de expiração”.  Tendo em vista que a BNCC tem pontuado bastante a questão de o aluno ser conhecedor dos ambientes virtuais e das redes sociais e por meio delas, interpretar diversos textos em diversos contextos, não fornecer para a escola a devida estrutura para que isso ocorra é deixar de obedecer o que foi instituído.