sexta-feira, 5 de outubro de 2018

visitação da Escola Estadual Professora Alcides Rodrigues Aires

Por: Juliana Souza Rocha
Segue abaixo as minhas impressões acerca da visitação a Escola Estadual Professora Alcides Rodrigues Aires do dia 12-09-2018, especificamente sobre a Sala de Recursos.

De início participamos de uma reunião na qual estavam presentes alguns dos profissionais educadores da Escola Alcides. Uma que me chamou bastante atenção foi a professora da sala de recursos, que levou para a referida reunião um de seus alunos e deu a ele a  fala para que compartilhasse conosco sua experiência escolar. O mesmo relatou a importância da sala de recursos e do trabalho da professora para seu aprendizado e desenvolvimento.
Ao final da reunião me coloquei a disposição para conhecer de perto o tal espaço dedicado ao atendimento e acompanhamento de alunos especiais e fiquei maravilhada.
Simplesmente LINDA!!! Repleta de materiais didáticos para auxiliar no ensino de alunos especiais e que possuem algum tipo e dificuldade de aprendizagem.





















Materiais de E.V.A produzidos pelas professoras e materiais literários. Para todas as disciplinas havia algum recurso educativo e prático. Materiais informativos e de interação, tudo muito colorido e delicado.





 Reparei que a sala é relativamente pequena, mas com o espaço totalmente bem aproveitado. Os alunos são atendidos em seu contra turno. Ao todo são 13 alunos atendidos na sala de recursos, cada um em seu horário que é estipulado pela professora. São três máquinas de computadores novos, um Scanner e um teclado adaptado para deficientes visuais, questionei acerca do funcionamento dos aparelhos e a professora me informou que foram enviados pela SEDUC e estão em ótimo estado.

Visita a escola Profa Alcides Rodrigues Aires

Pibidiana: Clara R. Santos

                 Minhas impressões

Na visita ao colégio profa Alcides a primeira coisa que pude notar foi o muro. Pois, do lado de fora parecia ser um colégio bem antigo e acabado, mas quando entrei, vi o quão lindo ele é por dentro: cheio de lindas árvores e belíssimas flores e uma horta encantadora. Do lado de fora das salas ele é muito bem arejado.
Achei muito pequena a sala dos professores, mas pelo menos tem um ar-condicionado potente. Assim como a Biblioteca, que é uma parte de suma importância e que eu queria dar ênfase. Notei que, mesmo pequena, tem muitos livros (se comparado a minha antiga escola). Entretanto, vi que a maioria são livros didáticos ou literários, para as crianças não há TANTA opção quanto deveria ter, até para eles criarem o hábito e o gosto pela leitura. O que começa com os livrinhos com figuras, até livros maiores. Lá não há quadrinhos, o que seria essencial para o contato com o hábito da leitura da garotada, até dos adolescentes.
Achei a biblioteca muito pequena, apertada e meio desconfortável. Prateleiras pequenas e carteiras muito próximas às prateleiras e também umas das outras. Achei desconfortável entrar lá com meus colegas pibidianos. Mesmo assim, os alunos e professores que estavam lá pareciam estar acostumados com aquele espaço, nem se importavam mais com o desconforto.
Foram muitas as coisas que pude perceber no colégio, mas coisas do cotidiano mesmo, como a falta de merenda escolar, falta de ventilação adequada, professores adequados para lidar com os alunos deficientes, essas coisas. Mas uma última coisa que queria dar ênfase era a respeito de alguns cartazes na entrada da escola constando os índices de reprovação e aprovação por turma. De primeira, vi que uma turma tinha 100% de reprovação, logo imaginei que uma turma inteira, de uns 25 alunos tinha reprovado, e que havia algo de errado ali. Mas aí perguntei ao professor que estava nos acompanhando e ele me falou que naquela turma só havia dois alunos e que um tinha mudado de escola e o outro tinha desistido. Só assim eu pude compreender. Mas se uma pessoa de fora chega lá naqueles cartazes sem saber dessa informação, o que vai pensar dessa escola e da qualidade do ensino nela? Foi algo que achei bem desnecessário, mas são ordens superiores, não cabe à escola intervir.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018